terça-feira, 7 de outubro de 2008

Nada!



Sinto falta de conversar, de falar, de abrir a boca para dizer alguma coisa.
Já não sei o que é ouvir uma gargalhada, fazer um passeio de carro a qualquer lado.
Há tanto tempo que não há um abraço, um gesto simpático, uma mão que cola noutra.
Não sei a que horas como ou durmo, não tenho nada.